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Dentro do Carro

Nutria por ele um sentimento de afeto misturado com tesão, desde o longínquo tempo em que estudavam juntos. Afeto por ele ser engraçado, estudioso, dedicado, educado, com ideias parecidas com as dela. Porém, parecia não ter coragem para expressá-las, assim, sóbrio. Tesão por ser alto, ter voz grossa, lábios carnudos e dentes grandes. Exalava testosterona.

Ela, sempre expressiva, falante, parecia em “alta-alcoólica” o tempo todo, porém, não era de beber. Moderna, pequenina e sensual, sorriso de garota, perfume de mulher. Suspirava quando ele lhe virava as costas e revirava os olhos quando não estava a ver.

Estudaram juntos há alguns anos, hoje mantinham contatos esporádicos por telefone e internet. Sempre longe, sem sentir o cheiro um do outro. Em uma de tantas conversas, confessaram interesse mútuo. Uma grande surpresa para ela, que somente sonhara com as mãos dele sobre sua cintura.

Um dia se encontraram em um dia cheio para os dois. Ele sempre entre um compromisso e outro, ela entre atividades que amava realizar. Era um dia de sol bonito e asfalto quente. Ele a avistou de longe e foi em sua direção. Vestia camiseta vinho, calças jeans e uns óculos Ray Ban. Ela, de bermuda e regata de malha, pronta para a academia.

Andava com peito erguido, feito um pavão ao encontro de sua fêmea. Ela exalava ferormônios só de pensar que ele se aproximava. Taquicárdica, abriu a porta do carro para que ele entrasse. Ele disse, “oi tudo bem?” – ainda de óculos escuros. Ela, sem jeito, sorriu e respondeu: “tudo bem”.

O sorriso largo dele se abriu e foi crescendo, crescendo e aproximando-se cada vez mais do rosto dela, beijou-a. Beijou-a ainda sorrindo, e ela também sorria. Estavam felizes por matarem aquela vontade suprimida por tanto tempo. Beijaram-se longa e pausadamente, suficientemente suave para degustarem um a boca do outro e forte o bastante para se excitarem, e ampliarem o beijo para um abraço explorador.

Mão dela na nuca dele, mão dele na cintura dela, puxando pra perto, o cheiro dela inebriando-o, o sabor dele, excitando-a. Estava frio, dentro do carro, mas seus corpos aqueciam o ambiente, e as mãos dela suavam – também de nervoso e emoção.

Beijou-lhe a boca, o queixo, o pescoço, a nuca, atrás das orelhas… um caminho que a fez fechar os olhos e salivar. Enquanto ela puxava-lhe os cabelos e apertava suas costas de modo que o corpo dele, colasse ao seu. Seus seios roçavam na pele dele enquanto seu membro crescia sob as calças.

Beijou-lhe o colo, o ombro, apalpou-lhe um seio, arrancando um leve gemido; ela reagira mordendo-lhe o lóbulo da orelha e sussurrando palavras em seu ouvido: “Gostoso… delícia!”.

Excitado, tirou-lhe a regata e libertou um seio do sutiã, levando-o diretamente à boca, respondendo às provocações. Lambia o mamilo, e olhava para ver a reação dela. Ela levantava a cabeça pra trás, fechava os olhos, totalmente relaxada e pedia por mais. Tirou o sutiã exibindo suas grandes tetas, para seu colega que ficava ensandecido com aquela visão. Ele, não mais aguentando de tesão, tirou o membro endurecido para fora da calça, mostrando o que tinha para sua parceira devassa.

Sem cerimônias, ela abaixou-se pra ver de perto, cheirou, acarinhou com o rosto, por toda a sua extensão… olhou para cima, encarou-o nos olhos e beijou-o. Levemente com os lábios entreabertos, esquentando-o com a ponta da língua. E foi chupando a cabecinha e enfiando devagar em sua boca, com movimentos de vaivém, enquanto ele, afastava seus cabelos de seu lindo rosto, e se deliciava com a cena…

continua… ou não.

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Sincronia do desejo

Há números de telefone que nunca são registrados em agendas, se quer temos coragem de escreve-los em um post it, mas que estão guardados lá no fundo de nossa memória. E quando bate a “vontade” esses números surgem como se fosse cotidiano fazer tal ligação.

Fazia mais de 1 ano que eu e Lívia não nos encontravamos, ela com seu relacionamento conturbado, fazia questão de só se envolver em situações onde o comprometimento jamais deveria ir além da cama. Eu, por outro lado, tinha em nossos momentos na cama o auge de todo sentimento. Não havia “eu te amo”, “vamos namorar”, “quer casar comigo” ou qualquer outra forma de verbalização que desse a entender que eramos mais do que o “prazer pelo prazer”. E eu liguei, marquei de encontrá-la em sua casa e fui…

Ao chegar fui recebido com o mesmo sorrisão farto e aquele olhar que só Lívia sabe transmitir. Puxou-me para junto do seu corpo e me abraçou por um tempo. Senti seu cheiro de banho tomado e seu respirar que dispensava palavras e mesmo que eu tentasse encontrá-las, com certeza não acharia. Usava um vestido estampado e de um tecido mole, dessas malhas que você toca e suas mãos escorregam até a cintura, onde se pode sentir um pequeno fio por baixo, mostrando que a calcinha que vestia era convidativa e que deveria ser tirada em breve, por ninguem menos que eu.

Sentamos no sofá, conversamos sobre o último ano e o que haviamos feito durante esse tempo. Comentei sobre sua beleza que os anos parecem cada vez mais a rejuvenecer, o que é uma verdade. Enquanto isso,  ela com uma naturalidade muito peculiar, abria o ziper da minha calça e colocava meu cacete pra fora. Como se dissesse: Cala a boca e me deixa ter prazer, é pra isso que você está aqui!

Enquanto sentia o calor dos seus lábios movimentando-se, abri suas pernas e contemplei a calcinha branca com dois laços nas extremidades que foram devidamente desfeitos, um a um. Como quem abre um presente, vi aos poucos sua carne quente e úmida diante dos meus olhos. Toquei seus grandes lábios, coloquei-os entre os meus dedos e a partir de então os movimentos que eu fazia definiam a velocidade e intensidade que ela me chupava. E quanto mais intenso ficava, mais minha vontade crescia. Abri suas pernas e começamos um 69 delicioso, senti toda sua vontade através dos gemidos e movimentos que fazia com o corpo enquanto nos chupavamos e antes que ela me fizesse gozar ali, naquele momento, puxei seu corpo para cima do meu e a deixei cavalgar, senti os tremores do seu corpo e uma frase em gemidos: “vou gozar, assim eu não aguento…”. Eu por outro lado só senti os jatos explodindo e invadindo seu corpo que tremia e contorcia-se implorando para que não parasse.

Ali encaixados, nos olhamos fixamente por algum tempo, e ela disse: Vou te dar meu cartão, pois preciso que me ligue mais vezes.- Não precisa minha linda! Sempre que você me quiser bastará pensar em mim que o telefone tocará!

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O Professor e a Aluna

Ele chega na sala, de altura mediana, sobrancelhas grossas, cabelo bem preto e pele clara. Sorriso como teclas de piano. Em sala de aula fala sobre trocas de calor, dinâmica do corpo rígido e eletromagnética. Assuntos que deixavam Marieta completamente molhada em sala de aula.

No intervalo, sempre a mesma coisa: milhares de bilhetes em cima da mesa. Dúvidas? Não… convites. Era frustrado, pois o de Marieta nunca estava entre os seus.

Marieta era baixa, peituda, branca, cabelos lisos, compridos, bem pretos como os seus olhos. Entrava muda, saía calada, prestava muita atenção na aula. Sentava nas cadeiras da frente, e deixava Danilo louco de tesão, com suas minissaias curtíssimas e seus decotes. Não chegava a ser vulgar, devido à sua postura de moça séria. E isso o deixava maluco.

Certo dia, deu de encontro com ela no corredor, fazendo espalhar no chão todas as suas apostilas. Abaixaram-se os dois para ajudar. E o decote se abriu. Danilo desconcertou-se ao avistar os belos mamilos rosados, que pareciam entumescidos sob a blusa. Ele não resistiu e, olhando-a nos olhos, pediu desculpas e ofereceu um café no intervalo. Conversa boa, respeitosa e tranquila. Ficaram amigos e trocaram telefones.

Chegando em casa, morto de tesão, masturbou-se centenas de vezes, pensando na aluna; mal conseguiu dormir.

No dia seguinte, convidou-a para mostrar suas aulas já prontas para a outra semana, pedindo opinião sobre slides, já que ele a considerava uma de suas alunas mais aplicadas. Ela aceitou.

Chegou na casa de Danilo de vestido leve, rosa-claro, sem sutiã. Tinha seios fartos, mas durinhos, próprios de mocinha de dezoito anos. Mostrou-le alguns slides, mas não aguentou. Afagou-lhe os cabelos e beijou-a. Ela, suspresa, empalideceu. Ele pediu desculpas, culpado. Foi então que ela sorriu. Levantou-se e trancou a porta.

Ele estava sentado, fitando suas pernas torneadas, lisinhas e brilhantes, quando ela abaixou a primeira alça do vestido e mostrou-lhe os seios. O pau de Danilo enrijeceu na hora, tão forte que chegou a doer, pulsando sob a cueca. Ele a abraçou querendo demonstrar-lhe o quanto ela o excitara. Beijaram-se profundamente enquanto o vestido caía ao chão.

Ele lambia seu pescoço e orelha, ela suspirava. Desceu até o colo, e abocanhou-lhe uma mama com a ajuda das mãos. Ela gemeu baixinho e afagou-lhe os cabelos. Tirou-lhe a blusa, enquanto ele beijava sua barriga e se ajoelhava. Abaixou sua calcinha branca de renda, bem devagar, para ver tudo, com detalhes. Não queria perder nada.

Viu sua buceta e sentiu seu cheiro doce que o chamava. Cheirou-a. Lambeu-a. Chupou como se quisera sorver todo seu fluido que agora escorria de tanto prazer. Passava os dedos no vão entre as nádegas, enquanto ela sussurava: “mete, mete”.

Ele obedeceu, levantou-se e enfiou seu pau rijo dentro dela. Devagar, como quem ensina alguém a desenhar. Desenhou o inferno em sua buceta, e ela gemia, e clamava por mais. Sempre com seu jeitinho doce de mocinha donzela – mas que na cama, transformava-se em mulherão.

Danilo imprensou-a na parede, abrindo-a ao máximo, puxando de leve o seu cabelo, lambendo seu pescoço enquanto sovava com sua pica a buceta de Marieta cada vez mais.

Marieta, gemia, suspirava, suava, ofegava, e cada vez mais molhada… de repente, soltou um grito de prazer. Ele apressou seus movimentos, intensificando-os até gozar. Espremidos na parede, abraçaram-se. Deitaram desfalecidos na cama, após os exercícios.

No outro dia, mais billhetes. Mais alunas querendo Danilo. E Marieta, como sempre, sensual, quieta, e decotada. A mais discreta de todas era também a mais gostosa, pensava ele, com seus botões.

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O Êxtase

1. Os Olhos nos Olhos

O primeiro contato. A tensão. O encontro de olhares. Ela joga o cabelo, ele estufa o peito. A preparação. A idéia sobre “como começar uma conversa”. Toques acidentais de pele. Choque. Suor entre dedos. Aproximação. Cada vez mais. E mais.

2. O Contato

Toques cada vez mais frequentes, agora propositais. Carinhos. Mãos, cabelo, rosto – exatamente como foi descrito. O calor do rosto do outro sendo sentido por aquele que se aproxima. Respiração compartilhada. Mistura de hálitos. Leve sorriso esboçado por ela. Salivação dele.

3. O Beijo

Lábio no lábio. Calor. Mão na nuca, saliva, o macio acarinhando e sendo acariciado simultaneamente. O beijo do corpo todo, a mão na cintura, emaranhando cabelos, movimentando a cabeça ao seu bel prazer. Línguas, misturadas, encontradas, confusas, invasoras, descobridoras, devotas, atrevidas, nervosas, passeantes. A vontade de engolir o outro. O abraço forte, fundidor de almas, o peso entre os lábios, e a suavidade de um alívio acompanhante.

4. O Amasso

Corpo a corpo. Calor. Mão invasora, invade a mão, cintura, nuca, cabelos, orelha, costas, pescoço, colo, seios, barriga, umbigo, bunda, vãos… joelho, coxa, mistérios. A boca acompanha a mão, molha ainda mais o corpo, já melado de suor. Olhos fechados, abertos ou semicerrados, para sentir melhor. Arrepios, ele rijo, ela úmida, ele calado ela desnuda, ele despido, ela muda.

Dois em um (ou um em dois?). Vertical, horizontal, diagonal, pés, boca, língua, umbigo, mãos. Nariz, nuca, respiração. Ofegantes, gementes, mandões ou obedientes, carinhosos ou selvagens. Costas, bunda, visões. Amassa, arranha, esfrega, beija, lambe, chupa, carrega, monta, ordena, obedece, levanta, abaixa, abre, sobe, vira e tudo de novo.

5. O Êxtase

Tensiona. Tensiona mais. E mais…

Explode!

Ofega, treme, contrai, contrai, contrai – aperta, arranha, morde, fica.

Geme, grita, aperta, ri, gargalha, chora, respira, recupera-se. Cada um com seu estilo.

Diz que ama, agradece ou cala (os melhores).

Abraça.

Relaxa.

O Êxtase

* Citação e link compartilhado de “Brechot do Brega”, da Euterpia – Ouça!
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Seja Bem vindo

Olá, amigo internauta! Este é o primeiro post do #pelafechadura. Um podcast que se dedica a falar, debater e, principalmente, divertir, com a temática: SEXO.

As pessoas envolvidas com o projeto, na sua maioria, preferem se manter anônimas. Eu, particularmente, Tony Lopes, prefiro falar de forma aberta, já que nem quando fui evantgélico tive vergonha de sê-lo, muito menos agora, livre de toda a moralidade e apto a dizer o que penso sem medo de represárias por parte de quem quer que seja.

Fique a vontade para comentar, perguntar, responder, criticar, enfim…sinta-se em casa. Desde que mantenha o mínimo de bom senso, você terá suas perguntas, opiniões e críticas publicados na íntegra.

Nosso primeiro episódio está em fase de produção e o tema que imperou foi Sexo Oral. Um tema que,se fossemos nos aprofundar, teriamos papo para 3 programas diferentes. Mas preferimos parar nos 45 minutos de conversa, que foi o tempo que tomou nosso primeiro piloto.

É isso, continue visitando, pois muita coisa está por vir.

Grande abraço.

Tony Lopes

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