Arquivo da categoria: Tony Lopes

Q isso novinha, q isso?

Saindo tranquilamente do meu treino de Tênis, encontro a colega de segundo grau de minha filha, Lorena. Uma graça de menina, 17 anos, estudiosa, daquelas que gostaria que fosse minha filha…enfim..ela grita ao longe: Tio, me dá uma carona, meu motorista não vai poder me buscar, você me leva pra casa?

– Claro Lorena! 

Entrou pela porta de trás e eu, que sempre ia na frente com Alcides ( o Motorista), resolvi ir atrás com ela. Aquela sainha branca e sua pele morena me levaram a pensamentos que preferiria não ter tido, mas os tive, fui sim…sacana, com todas as consoantes e vogais que o nome permitem. Olhei para aquelas coxas macias, morenas, douradas pelo sol…meu pau subiu na hora.

Tentei olhar para o horizonte, pensar nos cálculos do trabalho, mas o que me vinha à mente eram as curvas do corpo de Lorena. Tão firmes, tão quentes, tão reais. A essa altura eu já estava com o pau batendo na testa, tentei evitar, mas não consegui…ouvi a voz suave acompanhada por uma mão quente subindo pelas minhas pernas…Tá preocupado com algo tio?

Naquele momento em que ela segurou meu cacete no banco de trás do carro, tive a sensação de rejuvenecer 20 anos, meu coração não cabia no peito, e pensei que iria enfartar naquela hora. Mas não foi o que aconteceu.

Olhei para Lorena e em quetão de segundos, meu zipper estava aberto enquanto Lorena chupava deliciosamente cada centímetro do meu cacete. Um sonho para mim que já havia me acostumado com a trivialidade do cotidiano.

Naquele momento me entreguei a luxuria, o homem de negócios, pai de 2 filhos foi engolido por uma boca voraz de uma adolescente de 17 anos. Não tinha pra onde fugir, ou aceitava o presente ou morria com a sensação de culpa.

Tomei seus cabelos em minhas mãos, enfiei minha mão entre suas pernas, coloquei a calcinha de lado e senti seu clitóris quente, molhado, flamejante entre meus dedos. A oportunidade da minha vida. Foder a mehor amiga de minha filha, no banco de trás do meu carro entre beijos e carícias….

Dr…Chegamos! Acordo assustado e com a sensação de que sonhos podem nos invadir, mesmo em um trecho de 10 minutos!

Bodas de prazer

Não é todo dia que se faz dez anos de casado, não é mesmo?  Eu e meu marido, Thomas, resolvemos fazer a viagem dos sonhos. Conhecer Cap d’Agde, onde além de já conhecermos as histórias desse lugar paradisíaco, temos dois amigos fantásticos (leia-se íntimos)  morando.

Chegamos em Cap d’Agde já era noite e fomos recebidos calorosamente por nossos amigos Terry e Anne. As acomodações rusticas e aconchegantes de cara nos convidavam para um vinho próximo à lareira, mas nosso cansaço falou mais alto, então eu e Thomas fomos tomar um banho e descansar um pouco. Não demorou muito e Anne estava batendo à porta nos convidando a estar na companhia deles. Mesmo um pouco cansados, aceitamos o convite, já que desde que nos conhecemos no Rio de Janeiro não tinhamos essa oportunidade de estar com um casal tão maravilhoso. Um dia conto pra vocês como aconteceu nosso primeiro encontro.

– Raquel, como você está linda! Disse Terry já com olhar provocador que há alguns anos dera início a nossa amizade.

– Você também não está nada mal Terry. Respondi, já com a cabeça a mil, pois sabia que nossa primeira noite na ilha do prazer seria no mínimo fantástica.

Thomas e Anne também trocaram elogios, falamos um pouco da vida, do trabalho, família e todas essas conversas que já fazem parte de todo encontro entre amigos. Nisso já passava de meia noite, a garrafa de  Whisky já estava pela metade e Anne de vestidinho e sem calcinha já deixava meu marido com água na boca, enquanto Terry não perdia cada oportunidade de olhar para o meu decote.

Pedi licença alguns instantes para ir ao banheiro e quando volto encontro Thomas com a cabeça entre as pernas de Anne enquanto ela chupava Terry. Por um instante pensei que ficaria chupando o dedo. Para minha surpresa, Anne muito educadamente me cedeu o cacete de seu marido lindo para que eu pudesse aproveitar melhor a noite. Enquanto chupava Terry, meu marido levava Anne a loucura com suas chupadas maravilhosas.

Meu marido sempre me surpreendeu e nessa viagem, especialmente, não foi diferente. Enquanto eu chupava o pau de Terry, ele chegou empurrando nosso amigo, como se em uma cena de ciúmes, sentando-me violentamente em seu colo. Senti todo aquele volume invadir minha vagina de uma vez, puxou minha cabeça para próximo do seu ouvido e disse que tinha um presente pra mim. Só ouvi ele falar pro Terry para vir. Então deitou-se para trás levando meu corpo com o seu. Nesse instante só senti a lingua de Terry lubrificante natural  fazendo círculos em volta do meu cuzinho que piscava loucamente, em poucos instantes aquele cacete enorme estaria entrando todinho em mim. Foi quando ele pediu para Anne vir e abrir as pernas na minha frente. Enquanto Thomas metia na xoxota, Terry enterrava tudo no meu cuzinho, eu chupava Anne deliciosamente. Não demorou para que Terry gozasse dentro do meu cu, Thomas urrasse de prazer ao ver tal cena e eu e Anne gozassemos juntas, para o prazer de todos.

Nossos dias naquele paraíso foram maravilhosos. Espero poder contar algumas das histórias que trouxemos de lá. Não apenas as que vivenciamos com nossos amigos Terry e Anne, mas com outras pessoinhas mais que especiais que conhecemos em nosso aniversário de 10 anos de casados.

Beijos

Raquel

Sincronia do desejo

Há números de telefone que nunca são registrados em agendas, se quer temos coragem de escreve-los em um post it, mas que estão guardados lá no fundo de nossa memória. E quando bate a “vontade” esses números surgem como se fosse cotidiano fazer tal ligação.

Fazia mais de 1 ano que eu e Lívia não nos encontravamos, ela com seu relacionamento conturbado, fazia questão de só se envolver em situações onde o comprometimento jamais deveria ir além da cama. Eu, por outro lado, tinha em nossos momentos na cama o auge de todo sentimento. Não havia “eu te amo”, “vamos namorar”, “quer casar comigo” ou qualquer outra forma de verbalização que desse a entender que eramos mais do que o “prazer pelo prazer”. E eu liguei, marquei de encontrá-la em sua casa e fui…

Ao chegar fui recebido com o mesmo sorrisão farto e aquele olhar que só Lívia sabe transmitir. Puxou-me para junto do seu corpo e me abraçou por um tempo. Senti seu cheiro de banho tomado e seu respirar que dispensava palavras e mesmo que eu tentasse encontrá-las, com certeza não acharia. Usava um vestido estampado e de um tecido mole, dessas malhas que você toca e suas mãos escorregam até a cintura, onde se pode sentir um pequeno fio por baixo, mostrando que a calcinha que vestia era convidativa e que deveria ser tirada em breve, por ninguem menos que eu.

Sentamos no sofá, conversamos sobre o último ano e o que haviamos feito durante esse tempo. Comentei sobre sua beleza que os anos parecem cada vez mais a rejuvenecer, o que é uma verdade. Enquanto isso,  ela com uma naturalidade muito peculiar, abria o ziper da minha calça e colocava meu cacete pra fora. Como se dissesse: Cala a boca e me deixa ter prazer, é pra isso que você está aqui!

Enquanto sentia o calor dos seus lábios movimentando-se, abri suas pernas e contemplei a calcinha branca com dois laços nas extremidades que foram devidamente desfeitos, um a um. Como quem abre um presente, vi aos poucos sua carne quente e úmida diante dos meus olhos. Toquei seus grandes lábios, coloquei-os entre os meus dedos e a partir de então os movimentos que eu fazia definiam a velocidade e intensidade que ela me chupava. E quanto mais intenso ficava, mais minha vontade crescia. Abri suas pernas e começamos um 69 delicioso, senti toda sua vontade através dos gemidos e movimentos que fazia com o corpo enquanto nos chupavamos e antes que ela me fizesse gozar ali, naquele momento, puxei seu corpo para cima do meu e a deixei cavalgar, senti os tremores do seu corpo e uma frase em gemidos: “vou gozar, assim eu não aguento…”. Eu por outro lado só senti os jatos explodindo e invadindo seu corpo que tremia e contorcia-se implorando para que não parasse.

Ali encaixados, nos olhamos fixamente por algum tempo, e ela disse: Vou te dar meu cartão, pois preciso que me ligue mais vezes.- Não precisa minha linda! Sempre que você me quiser bastará pensar em mim que o telefone tocará!

Etiquetado , , , ,