Dentro do Carro

Nutria por ele um sentimento de afeto misturado com tesão, desde o longínquo tempo em que estudavam juntos. Afeto por ele ser engraçado, estudioso, dedicado, educado, com ideias parecidas com as dela. Porém, parecia não ter coragem para expressá-las, assim, sóbrio. Tesão por ser alto, ter voz grossa, lábios carnudos e dentes grandes. Exalava testosterona.

Ela, sempre expressiva, falante, parecia em “alta-alcoólica” o tempo todo, porém, não era de beber. Moderna, pequenina e sensual, sorriso de garota, perfume de mulher. Suspirava quando ele lhe virava as costas e revirava os olhos quando não estava a ver.

Estudaram juntos há alguns anos, hoje mantinham contatos esporádicos por telefone e internet. Sempre longe, sem sentir o cheiro um do outro. Em uma de tantas conversas, confessaram interesse mútuo. Uma grande surpresa para ela, que somente sonhara com as mãos dele sobre sua cintura.

Um dia se encontraram em um dia cheio para os dois. Ele sempre entre um compromisso e outro, ela entre atividades que amava realizar. Era um dia de sol bonito e asfalto quente. Ele a avistou de longe e foi em sua direção. Vestia camiseta vinho, calças jeans e uns óculos Ray Ban. Ela, de bermuda e regata de malha, pronta para a academia.

Andava com peito erguido, feito um pavão ao encontro de sua fêmea. Ela exalava ferormônios só de pensar que ele se aproximava. Taquicárdica, abriu a porta do carro para que ele entrasse. Ele disse, “oi tudo bem?” – ainda de óculos escuros. Ela, sem jeito, sorriu e respondeu: “tudo bem”.

O sorriso largo dele se abriu e foi crescendo, crescendo e aproximando-se cada vez mais do rosto dela, beijou-a. Beijou-a ainda sorrindo, e ela também sorria. Estavam felizes por matarem aquela vontade suprimida por tanto tempo. Beijaram-se longa e pausadamente, suficientemente suave para degustarem um a boca do outro e forte o bastante para se excitarem, e ampliarem o beijo para um abraço explorador.

Mão dela na nuca dele, mão dele na cintura dela, puxando pra perto, o cheiro dela inebriando-o, o sabor dele, excitando-a. Estava frio, dentro do carro, mas seus corpos aqueciam o ambiente, e as mãos dela suavam – também de nervoso e emoção.

Beijou-lhe a boca, o queixo, o pescoço, a nuca, atrás das orelhas… um caminho que a fez fechar os olhos e salivar. Enquanto ela puxava-lhe os cabelos e apertava suas costas de modo que o corpo dele, colasse ao seu. Seus seios roçavam na pele dele enquanto seu membro crescia sob as calças.

Beijou-lhe o colo, o ombro, apalpou-lhe um seio, arrancando um leve gemido; ela reagira mordendo-lhe o lóbulo da orelha e sussurrando palavras em seu ouvido: “Gostoso… delícia!”.

Excitado, tirou-lhe a regata e libertou um seio do sutiã, levando-o diretamente à boca, respondendo às provocações. Lambia o mamilo, e olhava para ver a reação dela. Ela levantava a cabeça pra trás, fechava os olhos, totalmente relaxada e pedia por mais. Tirou o sutiã exibindo suas grandes tetas, para seu colega que ficava ensandecido com aquela visão. Ele, não mais aguentando de tesão, tirou o membro endurecido para fora da calça, mostrando o que tinha para sua parceira devassa.

Sem cerimônias, ela abaixou-se pra ver de perto, cheirou, acarinhou com o rosto, por toda a sua extensão… olhou para cima, encarou-o nos olhos e beijou-o. Levemente com os lábios entreabertos, esquentando-o com a ponta da língua. E foi chupando a cabecinha e enfiando devagar em sua boca, com movimentos de vaivém, enquanto ele, afastava seus cabelos de seu lindo rosto, e se deliciava com a cena…

continua… ou não.

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Q isso novinha, q isso?

Saindo tranquilamente do meu treino de Tênis, encontro a colega de segundo grau de minha filha, Lorena. Uma graça de menina, 17 anos, estudiosa, daquelas que gostaria que fosse minha filha…enfim..ela grita ao longe: Tio, me dá uma carona, meu motorista não vai poder me buscar, você me leva pra casa?

– Claro Lorena! 

Entrou pela porta de trás e eu, que sempre ia na frente com Alcides ( o Motorista), resolvi ir atrás com ela. Aquela sainha branca e sua pele morena me levaram a pensamentos que preferiria não ter tido, mas os tive, fui sim…sacana, com todas as consoantes e vogais que o nome permitem. Olhei para aquelas coxas macias, morenas, douradas pelo sol…meu pau subiu na hora.

Tentei olhar para o horizonte, pensar nos cálculos do trabalho, mas o que me vinha à mente eram as curvas do corpo de Lorena. Tão firmes, tão quentes, tão reais. A essa altura eu já estava com o pau batendo na testa, tentei evitar, mas não consegui…ouvi a voz suave acompanhada por uma mão quente subindo pelas minhas pernas…Tá preocupado com algo tio?

Naquele momento em que ela segurou meu cacete no banco de trás do carro, tive a sensação de rejuvenecer 20 anos, meu coração não cabia no peito, e pensei que iria enfartar naquela hora. Mas não foi o que aconteceu.

Olhei para Lorena e em quetão de segundos, meu zipper estava aberto enquanto Lorena chupava deliciosamente cada centímetro do meu cacete. Um sonho para mim que já havia me acostumado com a trivialidade do cotidiano.

Naquele momento me entreguei a luxuria, o homem de negócios, pai de 2 filhos foi engolido por uma boca voraz de uma adolescente de 17 anos. Não tinha pra onde fugir, ou aceitava o presente ou morria com a sensação de culpa.

Tomei seus cabelos em minhas mãos, enfiei minha mão entre suas pernas, coloquei a calcinha de lado e senti seu clitóris quente, molhado, flamejante entre meus dedos. A oportunidade da minha vida. Foder a mehor amiga de minha filha, no banco de trás do meu carro entre beijos e carícias….

Dr…Chegamos! Acordo assustado e com a sensação de que sonhos podem nos invadir, mesmo em um trecho de 10 minutos!

Bodas de prazer

Não é todo dia que se faz dez anos de casado, não é mesmo?  Eu e meu marido, Thomas, resolvemos fazer a viagem dos sonhos. Conhecer Cap d’Agde, onde além de já conhecermos as histórias desse lugar paradisíaco, temos dois amigos fantásticos (leia-se íntimos)  morando.

Chegamos em Cap d’Agde já era noite e fomos recebidos calorosamente por nossos amigos Terry e Anne. As acomodações rusticas e aconchegantes de cara nos convidavam para um vinho próximo à lareira, mas nosso cansaço falou mais alto, então eu e Thomas fomos tomar um banho e descansar um pouco. Não demorou muito e Anne estava batendo à porta nos convidando a estar na companhia deles. Mesmo um pouco cansados, aceitamos o convite, já que desde que nos conhecemos no Rio de Janeiro não tinhamos essa oportunidade de estar com um casal tão maravilhoso. Um dia conto pra vocês como aconteceu nosso primeiro encontro.

– Raquel, como você está linda! Disse Terry já com olhar provocador que há alguns anos dera início a nossa amizade.

– Você também não está nada mal Terry. Respondi, já com a cabeça a mil, pois sabia que nossa primeira noite na ilha do prazer seria no mínimo fantástica.

Thomas e Anne também trocaram elogios, falamos um pouco da vida, do trabalho, família e todas essas conversas que já fazem parte de todo encontro entre amigos. Nisso já passava de meia noite, a garrafa de  Whisky já estava pela metade e Anne de vestidinho e sem calcinha já deixava meu marido com água na boca, enquanto Terry não perdia cada oportunidade de olhar para o meu decote.

Pedi licença alguns instantes para ir ao banheiro e quando volto encontro Thomas com a cabeça entre as pernas de Anne enquanto ela chupava Terry. Por um instante pensei que ficaria chupando o dedo. Para minha surpresa, Anne muito educadamente me cedeu o cacete de seu marido lindo para que eu pudesse aproveitar melhor a noite. Enquanto chupava Terry, meu marido levava Anne a loucura com suas chupadas maravilhosas.

Meu marido sempre me surpreendeu e nessa viagem, especialmente, não foi diferente. Enquanto eu chupava o pau de Terry, ele chegou empurrando nosso amigo, como se em uma cena de ciúmes, sentando-me violentamente em seu colo. Senti todo aquele volume invadir minha vagina de uma vez, puxou minha cabeça para próximo do seu ouvido e disse que tinha um presente pra mim. Só ouvi ele falar pro Terry para vir. Então deitou-se para trás levando meu corpo com o seu. Nesse instante só senti a lingua de Terry lubrificante natural  fazendo círculos em volta do meu cuzinho que piscava loucamente, em poucos instantes aquele cacete enorme estaria entrando todinho em mim. Foi quando ele pediu para Anne vir e abrir as pernas na minha frente. Enquanto Thomas metia na xoxota, Terry enterrava tudo no meu cuzinho, eu chupava Anne deliciosamente. Não demorou para que Terry gozasse dentro do meu cu, Thomas urrasse de prazer ao ver tal cena e eu e Anne gozassemos juntas, para o prazer de todos.

Nossos dias naquele paraíso foram maravilhosos. Espero poder contar algumas das histórias que trouxemos de lá. Não apenas as que vivenciamos com nossos amigos Terry e Anne, mas com outras pessoinhas mais que especiais que conhecemos em nosso aniversário de 10 anos de casados.

Beijos

Raquel

Entre Amigos

Tinham acabado de assistir a uma comédia. Ação e romance. Mas já era tarde, passava da meia-noite. Lana saíra do trabalho e fora direto à casa do amigo Wagner, assistir ao filme que esperavam há um tempão e nunca estava disponível na locadora.

Conheceram-se num curso de francês. Ela aprendia porque gostava da língua. Ele, porque o currículo exigia. Desde então, não se largaram mais. Na época, Lana era noiva e fiel. Só poderia dar seus sorrisos e a amizade em troca da doce companhia de Wagner. Wagner, porém, sempre achara Lana atraente. Apesar de não ser loira, como preferia. Porém, suas curvas, seios fartos, pernas torneadas sempre lhe chamaram a atenção. Contudo, o que o seduzia era o seu jeito engraçado e descontraído de ser. A risada sem nenhuma contenção e a retórica aparentemente livre, sobre qualquer assunto.

Lana havia se separado do noivo há uns dois anos, depois de tê-lo flagrado transando professora de francês. Depois disso, Lana não se entregara a amor algum. Nem precisava, pois sempre tinha a companhia de seu fiel escudeiro, Wagner, para onde quer que fosse: cinema, jantares, festas… eram o casal mais-que-perfeito, mesmo sem serem um casal, propriamente dito.

Depois do filme, riram, ainda deitados sobre o puff do Home Theater cuidadosamente montado após a chegada de Wagner do exterior. Passara três meses na Europa, em um estágio muito bem remunerado. E agora, gozava de boa vida e gastava tudo ao seu bel prazer. Em todas as coisas, incluía Lana, que vivia em sua casa assistindo a filmes e mais filmes.

Ainda deitados, Lana cansada ainda do dia de trabalho, não ousou levantar-se para ir pra casa. Wagner ofereceu seu próprio quarto para que Lana ali repousasse e ele dormiria no puff mesmo… como já estava acostumado de tanto ficar ali até tarde, em frente à TV. Lana recusou. Puxou Wagner para mais perto e eu-lhe um abraço apertado. A coitada estava morta de sono… ou talvez a palavra ideal fosse… porre de sono.

Wagner se aproximou e envolveu Lana nos braços. Ela, acolhida, sentia seu perfume. Como em transe, Lana finalmente sentiu a temperatura de seu amigo de um jeito diferente do que sentira antes. Ele parecia mais quente que o costume. E quanto mais perto ficava, mais se apertava contra ele, para que sentisse também em seu corpo, a própria temperatura do amigo.

Ele estranhou, porém – é claro! – estava gostando de tudo aquilo. Nunca sentira o corpo de lana tão perto do seu e tão entregue. enquanto isso, Lana percorria seu nariz sobre o pescoço do rapaz, subia até atrás da orelha e depois descia ao peito, como se o estivesse descobrindo. Ele fechava os olhos e nem poderia acreditar. Seria um sonho? Adormecera após o filme e estava realizando o seu desejo num plano astral?

Não. Lana é quem descobrira que Wagner não era mais um menino. Era homem. E pulsava. Sentiu seu membro rijo enquanto o abraçava. Olho-o nos olhos e sorriu. Ele bobo, não sabia o que fazer, riu-amarelo. Lana encostou seu nariz no dele e mandou: “agora, me beija”. Hesitante, Wagner obedeceu de leve, tocando-lhe a boca suavemente, sentindo cada gota de saliva que provava. Lana sorveu-lhe forte, como se quisesse mesclar sua língua na dele e as duas se desmanchassem num molhado beijo de ex-amigos-de-infância, agora amigos-amantes.

Chupavam-se como dois canibais, entre lambidas e mordidas, Wagner acordou de seu sonho romântico e caiu de boca na realidade. Ampliou para o pescoço, colo, seios…  que seios… seios que desejava há anos, agora desnudos, tesos, com mamilos enrijecidos, pedintes, quase mendigavam por uma bela chupada e foi o que fez. Sorveu um, outro, com a ajuda das mãos enquanto ela se contorcia de prazer a leves gemidos. Apertava-lhe as costas, puxava-lhe o cabelo pedindo por mais.

Wagner descia, lambuzava-lhe a barriga, o umbigo, a púbis depilada, reluzente e convidativa. Cheirou-lhe, esfregou o rosto e abriu-lhe as pernas. Sentiu o cheiro atraente da buceta de Lana, exuberantemente molhada e inchada, pronta para levar aquela linguada que ele tanto esperava dar. Beijou, chupou, lambeu, meteu um dedo, dois… e gemia, implorava… queria mais! Já não aguentava esperar.

Até que ela parou. E virou-se de cabeça para baixo, à procura do pau de Wagner, enquanto lhe oferecia a xana. Num espetáculo de meia-nove… Lana lambia da cabeça até as bolas, sempre batendo e os dois pareciam estar em perfeita sincronia. Ele chupava e metia o dedo enquanto ela batia com uma mão e chupava ao mesmo tempo.

Mas ela queria mais… sentou-se. Olhou-o nos olhos e pediu: “me come?”. Wagner, antes temeroso, agora decidido, puxou-a para mais perto, pegou seu pau grosso e enfiando devagar, dizia… “senta…” Ela, com cuidado, descia… nunca tinha trepado em um pau tão grosso… metia… devagar… até que enfiou tudo! Ela rebolou para se acostumar, e sua buceta estava tão molhada que ela se empolgou e começou a cavalgar… rebolava e cavalgava enquanto Wagner admirava seus seios balançantes.

Ele sorria enquanto comia e abocanhava uma teta. Safado, agora falava-lhe brutalidades aos ouvidos. “Eu sabia que um dia eu te comeria…” e ela respondia… “fazia um tempo que eu já queria te dar…” – “sua puta…” – “seu cafajeste…”

Excitadíssimo, Wagner virou Lana de quatro, assim poderia dominar e acelerar a cada gemido, puxava-lhe os cabelos e mandava “rebola, sua vadia”. E ela se esmerava em sair e entrar daquele pau imenso, enquanto ele socava todo o seu amor dentro daquela buceta quente. Mais e mais… até ela apertar suas coxas, enquanto mordia o travesseiro… E gemia e ofegava de um jeito mais intenso. Ele percebendo o clímax da parceira, intensificou as estocadas, mais duro, mais forte, mais rápido… até atingir o gozo final.

Ela se jogou de bruços na cama. Ele também, ao seu lado. Ela riu e falou, “quem diria…?”. E ele respondeu tímido, pensativo, e vitorioso: “quem diria…”

Sincronia do desejo

Há números de telefone que nunca são registrados em agendas, se quer temos coragem de escreve-los em um post it, mas que estão guardados lá no fundo de nossa memória. E quando bate a “vontade” esses números surgem como se fosse cotidiano fazer tal ligação.

Fazia mais de 1 ano que eu e Lívia não nos encontravamos, ela com seu relacionamento conturbado, fazia questão de só se envolver em situações onde o comprometimento jamais deveria ir além da cama. Eu, por outro lado, tinha em nossos momentos na cama o auge de todo sentimento. Não havia “eu te amo”, “vamos namorar”, “quer casar comigo” ou qualquer outra forma de verbalização que desse a entender que eramos mais do que o “prazer pelo prazer”. E eu liguei, marquei de encontrá-la em sua casa e fui…

Ao chegar fui recebido com o mesmo sorrisão farto e aquele olhar que só Lívia sabe transmitir. Puxou-me para junto do seu corpo e me abraçou por um tempo. Senti seu cheiro de banho tomado e seu respirar que dispensava palavras e mesmo que eu tentasse encontrá-las, com certeza não acharia. Usava um vestido estampado e de um tecido mole, dessas malhas que você toca e suas mãos escorregam até a cintura, onde se pode sentir um pequeno fio por baixo, mostrando que a calcinha que vestia era convidativa e que deveria ser tirada em breve, por ninguem menos que eu.

Sentamos no sofá, conversamos sobre o último ano e o que haviamos feito durante esse tempo. Comentei sobre sua beleza que os anos parecem cada vez mais a rejuvenecer, o que é uma verdade. Enquanto isso,  ela com uma naturalidade muito peculiar, abria o ziper da minha calça e colocava meu cacete pra fora. Como se dissesse: Cala a boca e me deixa ter prazer, é pra isso que você está aqui!

Enquanto sentia o calor dos seus lábios movimentando-se, abri suas pernas e contemplei a calcinha branca com dois laços nas extremidades que foram devidamente desfeitos, um a um. Como quem abre um presente, vi aos poucos sua carne quente e úmida diante dos meus olhos. Toquei seus grandes lábios, coloquei-os entre os meus dedos e a partir de então os movimentos que eu fazia definiam a velocidade e intensidade que ela me chupava. E quanto mais intenso ficava, mais minha vontade crescia. Abri suas pernas e começamos um 69 delicioso, senti toda sua vontade através dos gemidos e movimentos que fazia com o corpo enquanto nos chupavamos e antes que ela me fizesse gozar ali, naquele momento, puxei seu corpo para cima do meu e a deixei cavalgar, senti os tremores do seu corpo e uma frase em gemidos: “vou gozar, assim eu não aguento…”. Eu por outro lado só senti os jatos explodindo e invadindo seu corpo que tremia e contorcia-se implorando para que não parasse.

Ali encaixados, nos olhamos fixamente por algum tempo, e ela disse: Vou te dar meu cartão, pois preciso que me ligue mais vezes.- Não precisa minha linda! Sempre que você me quiser bastará pensar em mim que o telefone tocará!

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O Professor e a Aluna

Ele chega na sala, de altura mediana, sobrancelhas grossas, cabelo bem preto e pele clara. Sorriso como teclas de piano. Em sala de aula fala sobre trocas de calor, dinâmica do corpo rígido e eletromagnética. Assuntos que deixavam Marieta completamente molhada em sala de aula.

No intervalo, sempre a mesma coisa: milhares de bilhetes em cima da mesa. Dúvidas? Não… convites. Era frustrado, pois o de Marieta nunca estava entre os seus.

Marieta era baixa, peituda, branca, cabelos lisos, compridos, bem pretos como os seus olhos. Entrava muda, saía calada, prestava muita atenção na aula. Sentava nas cadeiras da frente, e deixava Danilo louco de tesão, com suas minissaias curtíssimas e seus decotes. Não chegava a ser vulgar, devido à sua postura de moça séria. E isso o deixava maluco.

Certo dia, deu de encontro com ela no corredor, fazendo espalhar no chão todas as suas apostilas. Abaixaram-se os dois para ajudar. E o decote se abriu. Danilo desconcertou-se ao avistar os belos mamilos rosados, que pareciam entumescidos sob a blusa. Ele não resistiu e, olhando-a nos olhos, pediu desculpas e ofereceu um café no intervalo. Conversa boa, respeitosa e tranquila. Ficaram amigos e trocaram telefones.

Chegando em casa, morto de tesão, masturbou-se centenas de vezes, pensando na aluna; mal conseguiu dormir.

No dia seguinte, convidou-a para mostrar suas aulas já prontas para a outra semana, pedindo opinião sobre slides, já que ele a considerava uma de suas alunas mais aplicadas. Ela aceitou.

Chegou na casa de Danilo de vestido leve, rosa-claro, sem sutiã. Tinha seios fartos, mas durinhos, próprios de mocinha de dezoito anos. Mostrou-le alguns slides, mas não aguentou. Afagou-lhe os cabelos e beijou-a. Ela, suspresa, empalideceu. Ele pediu desculpas, culpado. Foi então que ela sorriu. Levantou-se e trancou a porta.

Ele estava sentado, fitando suas pernas torneadas, lisinhas e brilhantes, quando ela abaixou a primeira alça do vestido e mostrou-lhe os seios. O pau de Danilo enrijeceu na hora, tão forte que chegou a doer, pulsando sob a cueca. Ele a abraçou querendo demonstrar-lhe o quanto ela o excitara. Beijaram-se profundamente enquanto o vestido caía ao chão.

Ele lambia seu pescoço e orelha, ela suspirava. Desceu até o colo, e abocanhou-lhe uma mama com a ajuda das mãos. Ela gemeu baixinho e afagou-lhe os cabelos. Tirou-lhe a blusa, enquanto ele beijava sua barriga e se ajoelhava. Abaixou sua calcinha branca de renda, bem devagar, para ver tudo, com detalhes. Não queria perder nada.

Viu sua buceta e sentiu seu cheiro doce que o chamava. Cheirou-a. Lambeu-a. Chupou como se quisera sorver todo seu fluido que agora escorria de tanto prazer. Passava os dedos no vão entre as nádegas, enquanto ela sussurava: “mete, mete”.

Ele obedeceu, levantou-se e enfiou seu pau rijo dentro dela. Devagar, como quem ensina alguém a desenhar. Desenhou o inferno em sua buceta, e ela gemia, e clamava por mais. Sempre com seu jeitinho doce de mocinha donzela – mas que na cama, transformava-se em mulherão.

Danilo imprensou-a na parede, abrindo-a ao máximo, puxando de leve o seu cabelo, lambendo seu pescoço enquanto sovava com sua pica a buceta de Marieta cada vez mais.

Marieta, gemia, suspirava, suava, ofegava, e cada vez mais molhada… de repente, soltou um grito de prazer. Ele apressou seus movimentos, intensificando-os até gozar. Espremidos na parede, abraçaram-se. Deitaram desfalecidos na cama, após os exercícios.

No outro dia, mais billhetes. Mais alunas querendo Danilo. E Marieta, como sempre, sensual, quieta, e decotada. A mais discreta de todas era também a mais gostosa, pensava ele, com seus botões.

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O Êxtase

1. Os Olhos nos Olhos

O primeiro contato. A tensão. O encontro de olhares. Ela joga o cabelo, ele estufa o peito. A preparação. A idéia sobre “como começar uma conversa”. Toques acidentais de pele. Choque. Suor entre dedos. Aproximação. Cada vez mais. E mais.

2. O Contato

Toques cada vez mais frequentes, agora propositais. Carinhos. Mãos, cabelo, rosto – exatamente como foi descrito. O calor do rosto do outro sendo sentido por aquele que se aproxima. Respiração compartilhada. Mistura de hálitos. Leve sorriso esboçado por ela. Salivação dele.

3. O Beijo

Lábio no lábio. Calor. Mão na nuca, saliva, o macio acarinhando e sendo acariciado simultaneamente. O beijo do corpo todo, a mão na cintura, emaranhando cabelos, movimentando a cabeça ao seu bel prazer. Línguas, misturadas, encontradas, confusas, invasoras, descobridoras, devotas, atrevidas, nervosas, passeantes. A vontade de engolir o outro. O abraço forte, fundidor de almas, o peso entre os lábios, e a suavidade de um alívio acompanhante.

4. O Amasso

Corpo a corpo. Calor. Mão invasora, invade a mão, cintura, nuca, cabelos, orelha, costas, pescoço, colo, seios, barriga, umbigo, bunda, vãos… joelho, coxa, mistérios. A boca acompanha a mão, molha ainda mais o corpo, já melado de suor. Olhos fechados, abertos ou semicerrados, para sentir melhor. Arrepios, ele rijo, ela úmida, ele calado ela desnuda, ele despido, ela muda.

Dois em um (ou um em dois?). Vertical, horizontal, diagonal, pés, boca, língua, umbigo, mãos. Nariz, nuca, respiração. Ofegantes, gementes, mandões ou obedientes, carinhosos ou selvagens. Costas, bunda, visões. Amassa, arranha, esfrega, beija, lambe, chupa, carrega, monta, ordena, obedece, levanta, abaixa, abre, sobe, vira e tudo de novo.

5. O Êxtase

Tensiona. Tensiona mais. E mais…

Explode!

Ofega, treme, contrai, contrai, contrai – aperta, arranha, morde, fica.

Geme, grita, aperta, ri, gargalha, chora, respira, recupera-se. Cada um com seu estilo.

Diz que ama, agradece ou cala (os melhores).

Abraça.

Relaxa.

O Êxtase

* Citação e link compartilhado de “Brechot do Brega”, da Euterpia – Ouça!
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