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Marcelo observava as pernas longas e claras de Izabela enquanto ela abaixava-se para ver a vitrine, onde observava os sapatos.

- Você já não tem sapatos e bolsas demais Izabela?

- Não, ainda não – respondeu ela com a simplicidade tipica feminina para esses assuntos.

Ele inclinou a cabeça enquanto a saia colegial de Izabela se inclinava, pode ver suas costas sobre o tecido da camisa branca e o começo de uma bundinha redonda, imaginava se ela vestia-se assim quando saiam para almoçar de propósito.

- Aquele vermelho não é lindo? – disse ela segurando no braço do amigo.

Marcelo olhou para Izabela, ela era baixa e tinha um corpo jovem e firme parecia ter menos idade do que realmente tinha, e a maneira com que se vestia apenas resaltava isso. Parecia uma colegial.

- Aquele vermelho com o salto alto? É aquele?

- Sim, mas você viu o preço? Custa quase o meu aluguel.

Marcelo levou Izabela pelo braço até o restaurante no shopping, escolheram uma mesa, os pratos, Marcelo encarava Izabela.

- Você pode para de me olhar assim Marcelo – pediu ela sentindo o rosto ruborizar.

- Não, eu não consigo.

Terminaram o almoço, Marcelo ofereceu para levá-la até seu carro que estava no estacionamento subterrâneo.

- Sou um idiota.

- O que foi?

- Esqueci as chaves no restaurante, pode me esperar Izabela, vou correndo – e saiu sem esperar resposta.

Enquanto Marcelo desaparecia entre os corredos do estacionamento Izabela ficou pensando por que teria de esperá-lo, se podia simplesmente terem se despedido naquele momento e ela saído em seu carro.

Marcelo voltou rápido com uma caixa em mãos, não se aproximou diretamente acenou para ela ao lado da saída de incêndio, Izabela caminhou um pouco impaciente na direção de Marcelo, gostava muito dele e sempre tinha se esquivado das investidas do amigo e se divertido com as provocações e o tesão que ela sabia dispertar nele.

Marcelo estendeu a mão e abriu a caixa – Para você – disse sorrindo.

Dentro da caixa o desejado par de sapatos brilhando, Izabela ficou boquiaberta, soltou um grito de contentamento e saltou empolgada no pescoço do amigo, com o pulo Marcelo se desequilibrou e bateu contra a saída de emergência que se abriu, estavam agora nas escadas.

- Não acredito, não acredito, obrigado, obrigado, obrigado.

O abraço entusiasmado de agradecimento se prolongou, ela sentiu os pés deixarem o chão, Marcelo se embriagou no perfume que emanava dos cabelos de Izabela, sem perceber beijou seu pescoço, sentiu ela arrepiar ao mesmo tempo que inclinou a cabeça em sinal de aceitação, o abraço prolongou-se, e virou um beijo que se iniciou com o toque de lábios de leve, e se tornou molhado e quente.

As escadas exibiam apenas uma leve penumbra vinda das luzes de emergência, Marcelo envolveu os cabelos dela entre os dedos, segurou sua cabeça, não queria deixar aquele momento escapar, Izabela, o afastou.

- Desculpe, Marcelo, eu não devia ter feito isso, eu… não sei o que deu em mim.

Marcelo olhou para o lado mas não havia nada para ver, soltou um quase inaudível “tudo bem”, um silencio constrangedor dominou o local, Marcelo mesmo foi quem tomou coragem de quebra-lo.

- Não vai experimentá-lo?

Ela fez que sim com a cabeça, sentou-se nos degraus da escada, retirou suas sapatilhas pretas, calçou o presente devagar, Marcelo ajoelhou-se na frente dela

- Deixei eu ajudar com o fecho.

Izabela afastou o tronco debruçando-se sobre os degraus atras dela, a imagem daquele homem de joelhos a sua frente pareceu-lhe deliciosa, começou a afastar lentamente as pernas.

Marcelo olhou para ela mas desviou o olhar fingindo não ver o que acontecia, terminou com o fecho do primeiro sapato e passou para o segundo, terminou esse e deixou as duas mãos sobre as pernas dela, começou a subir como se estive vestindo-as com meias invisíveis, Izabela arrepiou ao toque, as mãos se separaram quando chegaram nas coxas, ele apertou com força as duas, ela fechou os olhos e respirou fundo, uma respiração interrompida com um beijo que invadiu sua boca com fogo. Ela envolveu Marcelo com seus braços, elevando o corpo, suas línguas brincaram em um duelo vigoroso.

Marcelo estava debruçado sobre as escadas levandou o corpo de Izabela sem esfoço sem parar o beijo que aguardou por tanto tempo, virou-se invertendo a posição, sentou-se nos degraus e Izabela desvencilhou-se de seu abraço, por um momento Marcelo achou que ela ia para a brincadeira, mas o olhar dela dizia algo diferente, o rosto de menina com o ar de uma mulher sedenta de sexo.

Ela passou a comandar a situação, inclinou-se deixando as pernas eretas, e desabotou as calças de Marcelo, puxou-as até os joelhos de uma vez com voracidade levando a cueca junto, ajoelhou-se e começou com beijos, beijando as bolas, subindo devagar, beijos molhados e curtos, continuou subindo, chegou a ponta, chupou de leve, Marcelo estremecia o corpo, Izabela agora chupava a lateral e então começou a colocá-lo todo na boca, devagar, sentindo cada pedacinho ser envolvido pelos lábios, colocou todo ele na boca, até tocar o fundo da garganta, Marcelo surpreendeu-se com a habilidade.

Voltou sua atenção novamente para as bolas, chupava, lambia, deixava-as bem molhadas enquanto a mão masturbava habilmente o pau que latejava de tesão, olhou para Marcelo que estava espantado com a atitude da amiga, sabia que ela gostava de sexo e por mais que tinha imaginado ela diversas maneiras assim, a cena era ainda mais maravilhosa ainda que em seus sonhos.

Ela levantou-se e esticou seu corpo esquio como quem desfila em uma passarela, subiu três degraus se equilibrando com graça no salto dos novos sapatos, sem tirar os olhos dele levantou levemente a saia e começou a tirar a calcinha já molhada de tesão, ajoelhou-se sobre a escada deixando uma buceta depilada e umida a altura da boca de Marcelo.

Ele começou beijando as coxas, subindo devagar, roçando levemente, com a ponta da língua tocava suavemente toda a extensão daquela xana, segurava e apertava a bunda redonda enchendo as mãos. O toque da língua foi ficando mais fundo, logo ele lambia-a toda, alternando com um beijo sugado, tomando todo o mel que ela produzia. Izabela esforçava-se para ficar em pé, apoiou-se nas paredes com uma mão e com a outra conduziu os dedos dela para tocá-la por trás.

Ela estremeceu com o toque da ponta dos dedos que massageava o anús enquanto os lábios de Marcelo proporcionavam um beijo intenso, combinado com a língua que batia vigorosamente contra o clitóris, ele sentiu ela estremecer em anuncio do orgasmo que estava chegando, ele aumentou o ritmo segurando firme seu corpo até sentir que ela abafava o grito de prazer seguido de espamos, ele esforçou-se para sugar ainda mais forte e tomar para ele todo prazer que ela liberou.

Izabela sentiu as pernas moles, começou a abaixar-se devagar para evitar uma queda, Marcelo foi guiando seu corpo com as mãos enquanto ela dobrava os joelhos e assegurou-se que a buceta ainda pulsante e inchada encontra-se seu pau duro e ansioso para penetrá-la.

Izabela sentou de uma vez só, não se moveu por alguns segundos, sentindo o membro duro e quente preenchê-la, Marcelo ansioso começou a movimentá-la para frente, para trás, esfregando a pelvis contra a dele, com movimentos rápidos, a blusa agora aberta exibia seios balançando ao som do movimento molhado e estralado do sexo forte. Quando ela sentiu que ele iria gozar parou, se levantou, segurou o pau pela mão e olhando para os olhos dele falou.

- Eu quero aqui!

E foi colocando devagar no cuzinho antes massageado, sentando lentamente, Marcelo sentiu o orifício se abrindo para recebê-lo, centímetro a centímetro, até preenchê-la completamente. Agora ela dominava os movimentos, mexendo devagar, e depois forte, ele desferiu um tapa estralado na nádega direita, e tal qual um animal incentivado ela aumentou o ritmo, abraçou o amante e sussurrou ofegante em seu ouvido.

- Faz de novo.

Ele obedeceu, e bateu novamente, e outra vez, e mais uma, a cada tapa Izabela se contorcia e pulava mais, sentia o gozo chegando de novo, cravou as unhas nas costas de Marcelo que não pode mais se segurar, teve um orgasmo quente e forte, ela quando sentiu o êxtase dele e sua expressão de prazer gozou junto, mais forte, mais longo, teve a impressão de ter perdido a conciência por alguns segundos.

Se olharam ofegantes, se beijaram, então ouviram um barulho no patamar superior das escadas, se levantaram depressa, sairam batendo a porta. O jovem estagiário da loja de departamento aapreceu para degustar escondido do seu cigarro, estranhou o objeto largado nos degraus, aproximou-se e ficou pensando o que uma calcinha e um par de sapatilhas pretas faziam abandonados na saída de emergência.

3 Comentários

  1. Grande Cadu! Que obra prima do erotismo. Um par de sapatos, e o principal, a surpresa. Perfeito porra!

  2. Ela se vendeu por um par de sapatos, foi isso?

    Ótimo texto mas não pude deixar de reparar.

    Mulheres terráqueas.

  3. Eu fiquei com medo de passar essa impressão, mas não é a verdade, já existia um clima antes, e investidas dele


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